Mentoria para quem lidera e para quem lida com quem lidera. Em grupo ou individual. A conversa é sobre o que está acontecendo com você de verdade, não sobre teoria de liderança.
Os dois botões abrem uma conversa no meu WhatsApp. Sem formulário, sem compromisso.
Se alguma dessas frases parece escrita sobre você, é porque nenhuma delas é sobre você especificamente. Acontece dos dois lados da mesa, com quem lidera e com quem é liderado, e quase ninguém conta.
Sou a Jaqueline. Passei dez anos no corporativo liderando times em áreas diferentes, e boa parte desse tempo foi aprendendo no susto, porque promoção vem com crachá novo e não com manual.
Depois fiz MBA em gestão de pessoas e comecei a mentorar. Já são mais de dez pessoas, em momentos bem diferentes: quem tinha acabado de assumir um time, quem já liderava havia anos e travou em alguma coisa, e quem não lidera ninguém e estava tentando lidar com o próprio chefe.
O que se repete não é o cargo. É a sensação de estar no meio, com cobrança de um lado e gente precisando de você do outro, sem ter com quem falar sobre isso de um jeito que não pareça fraqueza.
É sobre isso que a gente conversa.
Você está no meio de dois lados. De cima vem cobrança, de baixo vem gente precisando de você, e as duas coisas chegam no mesmo dia. O método trabalha essa posição, não liderança em tese. São quatro etapas, sempre nessa ordem, e a ordem é justamente a parte que importa.
Qual time, qual chefe, qual situação. Não existe resposta certa fora do seu contexto, então a gente começa desenhando ele inteiro.
Quase toda mentoria começa apontando o que você faz errado. Aqui é o contrário: a gente lista, com nome e exemplo, o que você já sabe fazer e parou de enxergar. Não é elogio, é inventário. Ele vem antes por um motivo prático: a etapa seguinte exige que você olhe para os seus pontos cegos sem desabar, e ninguém consegue fazer isso sem saber de onde tira força.
A gente vira a situação e olha pelo outro lado. O que a outra pessoa viu acontecer na mesma reunião em que você estava. É a parte desconfortável, e é onde as coisas mudam de verdade, porque quase sempre o problema não era o que você achava que era.
Você sai com ferramenta, não com conselho. Algo para usar na segunda de manhã, com as pessoas que você tem hoje.
Prefiro dizer isso antes de você me chamar do que depois.
Mentoria não é terapia e eu não vou fingir que é. Se o que aparecer na conversa for isso, eu falo com você abertamente e ajudo a procurar o profissional certo.
Quem decide isso é a empresa, não eu e nem você. Quem te promete resultado que não controla está vendendo outra coisa.
Não existe material padrão esperando na gaveta. Cada encontro é montado a partir da sua situação, e é por isso que eu preciso conversar com você antes de dizer qual formato faz sentido.
Se você não souber qual é o seu, me chama. Descobrir isso faz parte da conversa e não custa nada.
Não é curso e não é aula gravada. São quatro encontros conduzidos por mim do começo ao fim, com tema, direção e um lugar onde chegar. O que o grupo acrescenta é o que nenhuma sessão individual entrega: você escuta a sua própria questão sendo vivida por outra pessoa e entende, ali na hora, que nunca foi defeito seu. A condução é minha. O alívio é coletivo.
Um encontro, para quando existe uma questão específica que você quer destravar. Pode ser algo que apareceu essa semana ou algo que te segura há anos e você nunca teve com quem conversar direito. Você chega com ela, a gente abre os dois lados, e você sai com um próximo passo definido.
Marcar uma conversaDois encontros, para quando o que trava não é uma situação isolada e sim um padrão que se repete.
Quatro encontros, para quando você quer alguém acompanhando de perto enquanto a mudança acontece de verdade no dia a dia.
Também faço revisão de currículo e LinkedIn, em uma sessão ao vivo com os ajustes feitos na hora. Se for isso que você precisa agora, é só me dizer.
Trabalhamos juntas por anos, inclusive com a Jaque sendo minha gestora em um período, e sempre admirei muito a forma como ela pensa, toma decisões e se posiciona profissionalmente, então, ter esse olhar direcionado para mim, em um momento importante da minha carreira, fez toda a diferença.
NataliaDurante esse processo, consegui evoluir em pontos que eram muito importantes para mim, como pensamento analítico, posicionamento estratégico e desenvolvimento de liderados. Mais do que isso, ganhei clareza sobre a profissional que estou me tornando e sobre o próximo passo que busco na minha carreira.
IaraEu falo os valores no WhatsApp, depois de conversar com você. Não é que o preço mude de pessoa para pessoa, porque cada formato tem o seu valor. É que antes eu preciso entender se a sua questão é uma questão que eu consigo desenvolver com você. Se não for, eu prefiro te dizer isso do que te vender um encontro.
Serve. Boa parte das conversas que eu tenho é com quem está do outro lado: gente que lida com um líder difícil, que não sabe como pedir o que precisa, que quer crescer e não sabe como mostrar isso. O Método Dois Lados existe justamente porque toda situação tem dois lados, e dá para trabalhar a partir de qualquer um deles.
O Renascendo também recebe quem ainda não lidera e está se preparando para isso. Se a sua questão for só sobre a relação com o seu chefe, sem nenhuma perspectiva de liderar, aí o individual funciona melhor.
Sim, tudo ao vivo por chamada de vídeo. Individual ou em grupo.
Essa frase aparece em quase toda primeira conversa. Não existe problema pequeno demais. Existe problema que você está carregando sozinha há tempo demais.
Serve. Liderar três pessoas tem quase todas as dificuldades de liderar trinta, só que sem o respaldo de uma estrutura em volta.
Não. A gente conversa, eu entendo o seu momento e te digo o que faz sentido, inclusive se o que fizer sentido for não fazer nada agora.
Provavelmente é porque alguma frase lá em cima descreveu o que você está vivendo. Me manda uma mensagem contando qual foi. É assim que a maioria das conversas começa por aqui.